Publicado por: Danilo Bueno | 30 Julho, 2008

To improve the world

While I’ve come to the University yesterday, I started to watch the TV that was installed on the bus. It was newness a short time ago but at that time, I think, it was just me who was watching it. I’ve seen the useless, alienated and boring information that they put into that set of programs. There was some tips like “how to let your nail much more cute” and, “how let your cloth softest” and “how to be polite in your diner”. I couldn’t not think about the waste of time that was the development of the television in our society. I’ve begun to think about the potential of this equipment and how it could have changed the world we live.

The TV give us the incredible potential of communicate whit all the people around the world and we let this in hands of people that just think and use their creative capacity to discover how to sell more and more.

The historiographers had been saying constantly: if the Alexandria´s library hadn´t get fired, the humanity will be many centuries forwarded. I think we can tell the same about the TV: if the television had been used to spread knowledge to all the people in the world since 1928, when it was created, we will be too many centuries forwarded. The governments could have applied it to the public education giving to all the people who wanted a chance to change it life. 

Of course that there are many programs better than that at television but if these was made to be educative they are the exception that proves the rule. Many times these programs try to be just a little “instructive”. The bus´ TV try to do this, but it had fallen into the habitual mistake of think that the public can’t pay attention in a program really educative, whit information that could truthfully change their life and not just their nail.

Now we have the internet. The possibilities to improve the world will always came to us, thanks our great creativity but I´m afraid that we will need a little more of will power to put into practice all we need.

 

*It´s one more exercise to my english. Yeah, I know I need get better…

but, for now!

Sucess!

Publicado por: Danilo Bueno | 15 Julho, 2008

Ecology and Enviroment

Andei sumido, não é mesmo? Mas não se preocupem.

Eu continuo estudando só que agora estou me concentrando no inglês e francês. Estou fazendo Intensivo destas línguas no Poliglota, na Poli.

Então resolvi postar aqui esta redaçãozinha que eu fiz agora para entregar amanhã. Ta meia boca, eu fiz meio correndo e o word me ajudou um bocado.

Mas estou melhorando aos poucos no inglês e também estou animado como francês

 

Sucesso!

 

 

 

Ecology and Enviroment

 

The necessities of the humanity are infinite. It is an basic precept of the economy that economists has in head when they does his analyses of the mechanisms of buy and sell. Doesn’t matter the kind of product: the marked always want more and more. There are no “enough” to the richest: we can always improve our “life quality” buying things, products, services, entertainment, news and other thinks that we didn’t knew that we needed so much little time before.

When we bought something, we contribute to the capitalist world economy that has learned through the time to concentrate his forces to supply whit unnecessary things the richest classes. We doesn’t can say that the poor people wasn’t beneficiated whit that but is clear that the capitalism was not did for him. These richest necessities have the characteristic of constantly changes. There are more effort to discover newest thinks to be bought than distribute to all the people of the world those that had been discovered before.

Our way of life has a dependency of this cycle of consume and development. It makes me think if the economies and the products were made to supply us or if we were born to supply them. “The greatest human adventure in earth planet” are been resumed by the material thinks we make. Maybe the big Earth planet was been resumed to big raw material.

Publicado por: Danilo Bueno | 2 Julho, 2008

Exercício Congresso de Viena

Proponho aqui um exercício referente aos capítulos do livro de “Relações Internacionais: Teoria e História”, de Demétrio Magnoli, que tratam do contexto político europeu depois dos tratados de Westfália até o advento da Primeira Guerra Mundial.

 

Dê um panorama de como funcionou o equilíbrio entre os Estados europeus a partir dos tratados de Westfália até o advento da Primeira Guerra Mundial, explicando quando e porque o equilíbrio esteve ameaçado.

 

14h47

 Os tratados de Westfália consolidaram o sistemas de Estados europeu, garantindo às monarquias nacionais uma certa estabilidade por meio de um sistema de equilíbrio entre os Estados. Os diversos conflitos não conseguiram desfazer a ordem instituída no continente.

 

A Revolução Francesa em 1789 e o início das guerras napoleônicas quebram de vez o sistema de Westfália colocando em risco a ascendente influência britânica sobre a Europa e sobre o mundo. A oposição entre a Europa continental quase inteiramente dominada por Napoleão e a Grã Bretanha, dona de um poderio naval gigantesco chegou no seu auge com o Bloqueio Marítimo imposto por Napoleão aos navios com bandeira inglesa em toda a Europa. Ao mesmo tempo a Grã-Bretanha atacava as colônias francesas espalhadas pelo mundo.

 

A derrota de Napoleão pela liga de nações comandada pela Inglaterra deu início ao Congresso de Viena que redefiniu as fronteiras européias devolvendo o poder aos monarcas. A prioridade da Grã-Bretanha no congresso era retomar o equilíbrio europeu de forma a garantir a estabilidade necessária para seu expansionismo colonial. Enquanto os diversos estados continentais estivessem se neutralizando uns aos outros a segurança da Grã-Bretanha estaria assegurada.

 

Formou-se assim uma Europa dividida entre seis grandes potências continentais: a Rússia, a Prússia em conflito com o império Austro-Húngaro, a França e a Grã-Bretanha. A política do Congresso de Viena tinha vistas também a manter a desintegração dos estados germânicos. Desta forma as províncias do norte foram anexadas à Prússia, as do sul foram anexadas ao território austríaco e foram mantidas outras províncias germânicas a oeste.

 

Otto Von BismarckEsta política garantiu estabilidade na Europa até a ascensão de Oto Von Bismarck que empreendeu um processo para a unificação das províncias germânicas. Depois de retomar as províncias germânicas na guerra contra o império Austro-Húngaro, começaram em 1870 as hostilidades contra a França. A vitória contra a França, festejada no palácio de Versalhes foi o marco para a unificação alemã, com a coroação do imperador Guilherme I.

 

A humilhação sofrida pela França com esta derrota, acompanhada da perda da Alsacia e Lorena e das compensações de guerra imposta pelos vencedores foram as sementes da 1ª Guerra Mundial que colocaria novamente estas potências em choque.

15h20, 360 palavras

Publicado por: Danilo Bueno | 2 Julho, 2008

Exercício Vidas Secas

Casal de RetirantesConsiderando o fato de o post “Exercício Vidas Secas” ter dado a maior audiência para o blog até agora (1/3 dos acessos foram por este post), resolvi dar um prêmio para os amantes de Graciliano Ramos (ou mais provavelmente para aqueles que tem prova do livro amanhã cedo e estão desesperados no Google procurando um resumo)

Aí vai o livro inteiro, com comentários muito bem embasados por Alvaro Lins. Quem está muito desesperado pode ler só os comentários e o resumo. Parece muito picareta, mas eu sempre fui partidário dos resumos. Mas não daqueles que contam muito mal contato a história, e sim os produzidos por especialistas no autor, que conseguem contextualizar o texto relacionando a história do escritor e de seu trabalho, inserindo a obra em questão num contexto literário mais profundo, revelando as nuances que nós leitores leigos não perceberíamos se lêssemos quatro vezes o livro. 

As provas de escola, de vestibular… Elas vivem procurando pessoas inteligentes, mas elas mesmas não são lá muito espertas. Em termos de literatura não é difícil entender o que elas buscam, é só dar uma olhada nas provas antigas, as que pedem clássicos são mais manjadas ainda, todos os clássicos são valorizados por características peculiares da obra: ela pode ser importante por ser a principal obra de um autor consagrado, ou por representar muito bem um momento histórico-literário importante, ou por ser inovadora para sua época e precursora de uma escola literária, por exemplo. O que você tem que fazer é descobrir onde está o ponto G do livro e depois descobrir quais são as características da obra que constróem esta importância.

Não estou dizendo que não se deve ler os clássicos mas, se o seu objetivo é passar na prova, as vezes não vale a pena perder tempo lendo livros gigantescos como o Sagarana, de Guimarães Rosa ou O Primo Basílio, livros que eu tive que estudar para a Fuvest 2004. Eu li os livros pequenininhos, como Macunaíma (2 vezes pq eu adorei), A Hora da Estrela, Libertinagem (que é minúsculo) e lí seus resumos analíticos. Para os livros grandes eu procurei um bom resumo da obra e concentrei meus estudos nas análises sobre o livro, porque eu sabia que a Fuvest estava interessada é nessas análises, não quer saber da história em sí. (no entanto é bom ficar esperto, porque tem vestibulares que buscam justamente ver se o candidato leu o livro, daí tem que ler mesmo). Fiz isso durante todo o meu estudo para a Fuvest e acabou dando certo.

Exemplificando. O livro Macunaíma, como eu disse, adorei. Ele tem inúmeras qualidades (inclusive a ousadia na linguagem que também existe em Vidas Secas), mas deve ser lido ou estudando tendo-se em vista a busca do movimento modernista por uma identidade nacional sem “vícios românticos”, uma identidade nacional autêntica, que considerasse além das das qualidades os defeitos, ou melhor que considerasse alguns defeitos do povo brasileiro como qualidades por serem autênticos, nossos. Aí está a principal qualidade de Macunaíma: a exposição do Brasil e do brasileiro na sua complexidade boa, ruim, sexualizada mas com capacidade de amar, preconceituosa, “preta”, pobre, desigual e por vezes bizarra.

No caso de Vidas Secas, este ponto G está provavelmente na Linguagem. Fabiano, os Meninos e Sinha Vitória tem conflitos porque não conseguem expressar em palavras seus pensamentos, eles invejam as pessoas que conseguem se expressar e tem a convicção desta deficiência. A linguagem e a seca são os tabus que que definem a relação entre as pessoas da família. Além da discussão sobre linguagem, existe a linguagem do livro em si, que é sem dúvida espetacular. Graciliano Ramos demonstra, além de um enorme conhecimento sobre a linguagem do sertanejo, uma habilidade na transposição do vocabulário e das “interjeições sonoras”, dos “grunhidos” da linguagem falada, para a forma “culta” da língua portuguesa.

 Aí vai, o livro Vidas Secas completo e comentado

E aquí, pra quem está com muita, muita preguiça (pq vidas secas é um livro bem enxuto), vai o resumo para imprimir e dar uma lidinha antes da prova

 

Sucesso!!! :)

Publicado por: Danilo Bueno | 26 Junho, 2008

Aprovados na 3a fase

Saiu ontem o nome e a nota provisória dos candidatos que fizeram 3a fase do Concurso Público de Admissão à Carreira de Diplomata. Parabéns a todos os aprovados para a 4a fase! Vocês já estã quase lá! Agora é mandar bala nos estudos para a 4a fase, no dia 8 de junho. E quem for apresentar recurso pra tentar dar uma melhoradinha na nota pode correr!

Pelamordedeus, fiquem atentos aos horários de fechamento dos portões!

Resultado da 3a fase do Concurso Público de Admissão à Carreira de Diplomata

Sucesso!

Publicado por: Danilo Bueno | 23 Junho, 2008

Filósofos e a formação do conceito de Estado

Proponho aqui um exercício sobre História das Relações Internacionais, baseado nos textos iniciais do livro “Relações Internacionais – teoria e história” do geógrafo e pesquisador do NADD-USP, Demétrio Magnoli.

 

Descreva brevemente a evolução do conceito de Estado a partir dos principais filósofos que trabalharam na sua formulação. Contextualize o momento histórico das diversas etapas deste processo revelando como o ideal de “liberdade” se inseria nas diversas formulações teóricas sobre o caráter ideal Estado.

 

3h31

O conceito de Estado sofreu diversas modificações ao longo da história, podendo-se dizer que foi evoluindo paralelamente às corrente econômicas e filosóficas a partir do século XVI.

Os estudiosos de Relações Internacionais consideram os Tratados de Westfália, em 1648 como o marco que configurou o atual sistema de estados europeu. Naquela ocasião, a dinastia dos Habsburgo buscava consolidar uma “Monarquia Católica” para toda a Europa, obrigando a França católica, principal força na Europa da época a formar aliança com outros estados protestantes para resistir aos Habsburgo, colocando os interesses do “Estado” a frente dos interesses religiosos. No entanto, para o estudo da evolução do Estado, convém voltar um pouco mais na história e analisar a formação das primeiras monarquias absolutas na Europa.

Com o renascimento das cidades os príncipes começavam a centralizar o poder antes dissipado entres inúmeros nobres, de acordo com o sistema Feudal. Neste contexto, Nicolau Maquiavel, em seu livro “O Príncipe” justificava a importância do uso da força pelo soberano para unificar o seu reino, pondo fim ao caos que, segundo ele, é inerente ao sistema desprovido de regulação. Ele introduz o conceito de “contrato social”, segundo o qual o cidadão renega à sua liberdade, entregando-a para o soberano com o fim de formar uma sociedade mais organizada.

Seguindo a linha de Maquiavel, Thomas Robbes, com seu livro “O Leviatã” justifica ainda o poder absoluto do soberano como quase “divino”. Ele justifica ainda a centralização do poder e o uso da força pelo príncipe evitar a “guerra de todos contra todos”, que seria inevitável considerando-se a natureza egoísta do ser humano.

Com a decadência do absolutismo começaram a aparecer teorias que propunham uma nova visão da idéia de “Estado” como um poder centralizado. John Locke acreditava que a natureza do ser humano não era ruim e egoísta, apesar de ter este potencial. Para ele, um Estado não significava a renuncia à liberdade, pelo contrário, sua principal função seria garantir esta liberdade concedendo ao cidadão o direito de participar da formulação das leis que ele próprio deveria seguir.

Foi seguindo esta linha de pensamento que Montesquieu propôs a divisão do poder em Executivo, Legislativo e Judiciário. Ele formulou sua teoria no contexto da reforma da monarquia e do parlamento inglês no século XVIII no qual o rei perdera grande parte do seu poder, transformando-se em executor das leis que seriam criadas pelo parlamento. O filósofo Jean Jacques Rousseau defendia a natureza generosa do ser humano, apoiado na idéia do “bom selvagem”. Apesar de seguir as tendências do seu tempo, sendo um liberal, Rousseau foi de certa forma um precursor das teorias utópicas socialistas, afirmando que seria o Estado o verdadeiro corruptor do homem, que em seu estado puro não saberia o que era o bem, tampouco o que seria o mal.  4h01 460 palavras

Publicado por: Danilo Bueno | 12 Junho, 2008

Exercício de Direito Internacional – ONU

Proponho aqui um exercício relacionado à minha última leitura sobre Direito Internacional, o Tratado de Direito dos Mares e a carta da ONU que estabeleceu as diretrizes de funcionamento do órgão.

 

1)      Explique sucintamente o funcionamento da Organização das Nações Unidas do ponto de vista das leis que regem a entidade e da sua formação administrativa, contextualizando com a história de sua criação.

 

17h34

As Organização das Nações Unidas foi criada no contexto da Segunda Guerra Mundial pelo grupo que combatia o Japão, a Alemanha e a Itália, com o objetivo de garantir a paz mundial, estabelecer regras gerais que garantisse as liberdades individuais dentro dos Estados, buscar a cooperação interestatal para a resolução de problemas como a fome, as epidemias e a pobreza, criar mecanismos jurídicos para resolver conflitos internacionais e promover a desmilitarização global.

Para dar cabo destas missões a ONU criou diversas instâncias dentro da própria instituição, são elas: Assembléia Geral, Conselho de Segurança, Conselho de Tutela, Conselho Econômico e Social, Secretariado e Corte Internacional de Justiça.

O Conselho de Segurança é, de certa forma, a instância mais importante da ONU. É formado por quinze membros, dez eleitos para mandatos de 3 anos pela Assembléia Geral e cinco com assento permanente e com o direito de veto. São eles: República Popular da China, Reino da Grã Bretanha, Estados Unidos da América, França e Rússia. É o Conselho de Segurança que recebe as manifestações de qualquer membro das Nações Unidas no que diz respeito aos conflitos externos destes países. Ele tem a competência de intervir militarmente em nome das Nações Unidas quando algum Estado ou força paralela agir contra as indicações da Carta da ONU, pode também consultar a Corte Internacional de Justiça quando o conflito apresentar questões jurídicas.

A Assembléia Geral congrega todos os Estados membros da ONU. Ela regula a atuação das diversas entidades especializadas, como Unesco, Unicef, OMC e Banco Mundial.

A Corte Internacional de Justiça é responsável por julgar os Estados ou representantes destes que agiram em desacordo com a carta da ONU, desrespeitando os direitos humanos, cerceando as liberdades individuais ou atacando indevidamente outros Estados.

O Conselho Econômico e Social realiza estudos, promove conferências mundiais e propõe projetos para desenvolver a integração entre os países no que diz respeito à cultura, economia, educação e direitos humanos. É formada por 54 membros eleitos pela Assembléia Geral das Nações Unidas.

O Secretariado forma a parte administrativa da organização. O Secretário Geral é indicado pelo Conselho de Segurança e eleito pela Assembléia Geral. Ele tem a competência de chamar a atenção do Conselho de Segurança sobre qualquer situação que coloque em risco a paz mundial. Também é responsável  por produzir relatórios sobre as atividades do Conselho e apresentar para a Assembléia Geral, para a apreciação de todos os membros das Nações Unidas. 18h05 403 palavras

Publicado por: Danilo Bueno | 10 Junho, 2008

Links do material usado

Eu resolvi postar aqui alguns links das provas do Rio Branco que eu baixei para testar um pouquinho meus conhecimentos. Tem também o gabarito com as respostas. Para você fazer a conta é o seguinte:

Questões de múltipla escolha:

+1,00 ponto cada acerto

-0,20 ponto cada erro

Questões do tipo Certou ou Errado

+0,25 pontos o acerto

-0,25 pontos cada erro

Prova de Português, História e Geografia da primeira fase do Instituto Rio Branco

Prova de Direito, Economia e Inglês da primeira fase do Instituto Rio Branco

Gabarito da Primeira Fase

Publicado por: Danilo Bueno | 9 Junho, 2008

Buemba! Buemba! Buemba!

José Simão! Buemba! Buemba!Invoco este grande ícone da conversa-fiada brasileira, José Simão, para expressar o meu espanto com a nota que eu alcancei na prova que compreende Direito, Economia e Inglês na primeira fase do Rio Banco.

Eu tinha postado aqui outro dia que na prova de português tinha feito 42%. Pois bem, desta vez eu fiz apertados 39,8333, com dízima periódica e tudo!!! Tudo bem que estes resultados não dizem muita coisa nem positiva nem negativa, mas achei interessante eu ter conseguido um resultado tão próximo em duas provas com matérias tão diferentes. Eu esperava ir muito pior na segunda prova que tem direito e economia, materias com as quais eu não estou familiarizado. Podemos tirar talvez só uma conclusão disso tudo: é difícil ser desclassificado logo de cara se você deu pelo menos uma estudadinha…

Publicado por: Danilo Bueno | 6 Junho, 2008

Dicas de um veterano

http://diplomatizzando.blogspot.com/2007/02/698-concurso-do-rio-branco-algumas.html

Aí vai, pessoinhas do meu coração, dicas de um velho lobo do mar das diplomacias que se preocupa com os sujeitos que estão ainda na linha de partida. Ele dá algumas dicas estratégicas em relação a forma de responder às questões.

Ele ressalta a importância de se estudar, além do conteúdo, a prova em si.

Eu, enquanto estudava para as provas da Fuvest desenvolvi um sistema de exclusão das opções esdrúxulas que existem nas provas, consegui com um pouco de prática excluir essas opções muito rapidamente. A prova de primeira fase do Rio Branco não é diferente das provas de vestibulares comuns. É possível perceber a malícia do examinador quando ele te apresenta uma questão.

Algo que eu reparei, por exemplo, é que as questões são críticas. Sim, elas criticam coisas, por isso seja pessimista. Se você ver uma questão que exalta um pouco exageradamente qualquer atitude política dos Estados Unidos, desconfie… uma evolução pra melhor em relação ao meio ambiente, desconfie… uma atitude socialmente positiva da elite rural durante o segundo reinado, desconfie… qualquer coisa boa em relação à questão do conflito na Palestina, desconfie…

Outra coisa interessante que nosso amigo Paulo Roberto Almeida ressaltou foi o processo de você pular sempre aquelas questões que estão dando muito trabalho, ao invés de chutar logo de cara. A idéia é a de você nunca, mas nunca mesmo fazer relaxada uma questão fácil (que provavelmente iria acertar) por gastar tempo demais em uma questão difícil (que você provavelmente iria errar). Deixe as difíceis por último, para aquele improdutivo finalzinho de prova.

Terminando o post de hoje, só queria dizer que no post relatado no link logo acima Paulo Roberto Almeida sugeriu o livro de Demetrio Magnoli: “Relações internacionais: teoria e pratica” e “Os primeiros anos do século XXI: o Brasil e as relações internacionais contemporâneas” do próprio Paulo Roberto. Este primeiro livro eu já encomendei e ele será discutido neste blog em breve.

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