Publicado por: Danilo Bueno | 15 julho, 2009

Fora do ar!

Após calorosos elogios ao meu inglês, decidi deixar o blog em estado de espera ate segunda ordem, ou ate que eu tenha tempo de refletir sobre ele… No ultimo semestre fui obrigado a dar um tempo no estudo intensivo da bibliografia do Instituto, para tentar aprender francês. Bom, veremos se deu certo. Logo logo faço meus posts em francês para que vocês possam elogiar também. Ate aqui, acredito que o blog tenha sido de grande utilidade aos candidatos que prescindiam de autoestima (sim, existem pessoas mais despreparadas que vocês!) à bientôt!

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Publicado por: Danilo Bueno | 6 junho, 2008

Dicas de um veterano

http://diplomatizzando.blogspot.com/2007/02/698-concurso-do-rio-branco-algumas.html

Aí vai, pessoinhas do meu coração, dicas de um velho lobo do mar das diplomacias que se preocupa com os sujeitos que estão ainda na linha de partida. Ele dá algumas dicas estratégicas em relação a forma de responder às questões.

Ele ressalta a importância de se estudar, além do conteúdo, a prova em si.

Eu, enquanto estudava para as provas da Fuvest desenvolvi um sistema de exclusão das opções esdrúxulas que existem nas provas, consegui com um pouco de prática excluir essas opções muito rapidamente. A prova de primeira fase do Rio Branco não é diferente das provas de vestibulares comuns. É possível perceber a malícia do examinador quando ele te apresenta uma questão.

Algo que eu reparei, por exemplo, é que as questões são críticas. Sim, elas criticam coisas, por isso seja pessimista. Se você ver uma questão que exalta um pouco exageradamente qualquer atitude política dos Estados Unidos, desconfie… uma evolução pra melhor em relação ao meio ambiente, desconfie… uma atitude socialmente positiva da elite rural durante o segundo reinado, desconfie… qualquer coisa boa em relação à questão do conflito na Palestina, desconfie…

Outra coisa interessante que nosso amigo Paulo Roberto Almeida ressaltou foi o processo de você pular sempre aquelas questões que estão dando muito trabalho, ao invés de chutar logo de cara. A idéia é a de você nunca, mas nunca mesmo fazer relaxada uma questão fácil (que provavelmente iria acertar) por gastar tempo demais em uma questão difícil (que você provavelmente iria errar). Deixe as difíceis por último, para aquele improdutivo finalzinho de prova.

Terminando o post de hoje, só queria dizer que no post relatado no link logo acima Paulo Roberto Almeida sugeriu o livro de Demetrio Magnoli: “Relações internacionais: teoria e pratica” e “Os primeiros anos do século XXI: o Brasil e as relações internacionais contemporâneas” do próprio Paulo Roberto. Este primeiro livro eu já encomendei e ele será discutido neste blog em breve.

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